segunda-feira, 17 de junho de 2013

Rubem Fonseca - Secreções, Excreções e Desatinos


Leonardo Da Vinci

"Muitas vezes, quando vejo alguns homens pegar um livro temo que, como o macaco o levem ao nariz ou perguntem se é coisa que se coma.

A inteligência que foi dada ao homem, é um bem incomparável.
E, no entanto, muitos homens nada mais podem ser chamados do que trânsito de alimento e produtores de esterco.
Porque deles no mundo, nada mais que privadas cheias, permanece."
Leonardo Da Vinci

(no prefácio do livro de Anatomia de Leonardo Da Vinci)



domingo, 16 de junho de 2013

sábado, 15 de junho de 2013

Vivo em mim

 "....Que ele não saia até sentir que está vivo em mim. Apenas em mim, afundado em mim...Que morreria se tivesse que sair de mim. De mim. Não até que tenha soltado tudo que tem e dado a mim. A mim...a mim.."
Você- você, não outro alguém , não qualquer um, símile ou semelhante . É pessoal . Faz sentido ser você. Ele único. Ela singela.
Seu olhar, um toque simples, uma pergunta boba, e somos donos do mundo.
O amor decantado é sutil como dedilhar de um teclado..."

domingo, 2 de junho de 2013

Amor e Inocência e escritora Jane Austen



Amor e Inocência e escritora Jane Austen
                  Esse filme é encantador. Comparando as doces palavras que existem nos romances dessa escritora, sabemos que estamos sendo bem tratados. Em meio a tanta grosseria da pós-modernidade, vemos nessa nostalgia algo que revela também o que se tornaram nossos relacionamentos. E que figurino, e que fotografia! Observando as obras de arte do outro filme, Razão e Sensibilidade, compreendemos em que nível chega a arte humana, a arte de viver e buscar a felicidade. Claro que ao tempo de Jane as moças eram criadas para casarem, para procurarem um homem rico. Ela, pelo contrário, defendeu o amor pelo que é, não por aspectos mercadológicos.
            Na atual obra adaptada do romance, vemos que ela se apaixona ou quase, por um estudante de Direito, mas pobre. Ocorre que ele consegue superar essa condição e após encontros e desencontros com Jane, por fim pensam em fugir, em viver e compreender esse amor. Mas as regras sociais são maiores, e não dá certo. Jane fica sozinha e escreve muitos livros. Parece minha biografia de juventude. Por isso me identifico com esses filmes, porque cada tempo arruma suas desculpas para caluniar as pessoas, seja pelos seus modos, por seus desejos, por seus planos e sonhos.
            E uma mulher inteligente, muito inteligente. Lembra um tanto a escritora Clarice Lispector. Hoje temos uma Hilda Hilst, no mesmo nível ou superior. Acho que a cada tempo vemos uma transgressão, e tanto na literatura, quanto no cinema, essa transgressão é que garante a novidade. Para tanto, cada momento devemos dizer não a clichês a afirmativa fatal: “deve ser assim”. Jane achou que o amor seria por si mesmo, não para casamento com fim econômico e interesseiro. E também revelou todos os traços do seu tempo, todos os tipos e quando muito avançava a questões políticas e filosóficas.
            Mas nos bastidores e comentários ao filme, vemos os costumes sociais da época e as várias regras de etiqueta. Hoje etiqueta é tratada de frescura. Mas nos resta compreender do porque todas aquelas festas e danças para a corte, para a conquista e noivado. O namoro nem perto era o que acontece nos dias atuais. Por exemplo, uma moça nunca poderia andar sozinha com um rapaz. Ou ao entrar em uma sala onde estava o rapaz, esse devia ficar de pé e cumprimentar. Nem que a dama fosse pobre e o cavalheiro rico, mesmo assim as regras existiam. O respeito existia. Mas o amor se unia a inocência e a razão à sensibilidade. Não havia esses extremos que vemos nas paixões hodiernas, ficadas, lances e baladas. Mas Jane ficou só e restou sua arte feita com amor, na mais rica sublimação. Pois também eu sempre achei meus livros como meus filhos. Um filme que identifica-nos, escritores.
http://filmesefilosofia.blogspot.com.br/2013/02/amor-e-inocencia-e-escritora-jane-austen.html#comment-form

Tu és

Não é o outro que diz que tu és alguma coisa ou alguém.
Se você quer ser feliz, ter uma boa aventura com a vida, você deve na verdade se entregar às possibilidades, não querer nada, se ficar esperando muito pode não acontecer nada.

Etiqueta

Se você não consegue ter ética pelo menos tenha etiqueta.


sábado, 1 de junho de 2013

Madame Bovary

" Madame Bovary é uma história que nos dá uma aviso...nossos anseios podem ser nossa desgraça, precisamos escolher com cuidado nossos sonhos."

Livros “Guia Politicamente Incorreto da Filosofia”

“Guia Politicamente Incorreto da Filosofia” não é um livro sobre a história da filosofia, mas sim um ensaio sobre a filosofia do cotidiano. Luiz Felipe Pondé - 1 - Theodore Darlymple; 2 - Nelson Rodrigues; 3 - Dostoiévski; 4 - Sêneca; 5 - V.S. Naipaul; 6 - Darwin; 7 - Platão; 8 - Nietzsche; 9 - Shakespeare; 10 - Aristóteles; 11 - Tocqueville; 12 - Pondé; 13 - Maquiavel; 14 - Edmund Burke; 15 - Any Rand  http://www.youtube.com/watch?v=az4bmJ3f_

O Amante da Rainha (filme)


"Além de belas pernas e belos seios, a delícia de partilhar inquietações filosóficas com uma mulher que amamos pode ser uma das maiores formas de amor romântico que existe. Infeliz aquele que não sabe disso."

Assista aqui: http://brisas-filmes.blogspot.com.br/2013/04/o-amante-da-rainha-dublado-assistir.html

Crítica: http://blogs.estadao.com.br/luiz-zanin/o-amante-da-rainha/