terça-feira, 10 de novembro de 2009

Carta

Te escrevo daqui desse meu silêncio

De onde o medo não tem cura

De onde o tempo não passa

De onde não encontro a paz


Escuridão, é noite e me afogo

Minhas forças se perdem

Sem nada mais a te dizer

Estou me acostumando

As letras, os sons se apagando


Quando ler esta carta

Não feche seus olhos

Que têm a luz que me falta

Que têm meu sonho que dorme


A minha esperança é que a solidão

Essa que me rodeia, que me apavora

Deixa-me tão cedo te encontrar

Quebrar esse silêncio que há

Dê-me tua mão para eu continuar.


Quitéria di Genaro



Ven, toma mi mano, no la sueltes, por que pudieras quedar detrás de mí y perderte y no encontrar el camino de regreso, y si vas por delante de mí, podría perderte de vista y quizás sea yo quien se pierda, mejor toma mi mano y andemos juntos, hasta que tú quieras.

Miguel Alberto

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